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Faysa Daoud, mãe de tres filhos Samir, Dina e Jamal

Nascida na Jordânia, a palestina emigrou para o Brasil aos 17 anos. Há anos que mora em Mogi das Cruzes, O marido de ela já morava aqui, mas quando chegue-o, encontrou muitas dificuldades para adaptar a língua e aos costumes, apesar de ter uma situação de vida bem confortável esperando aqui. Ela aprendeu português com as empregadas domésticas que tínhamos na época. Elas ajudavam em tudo. Ela fica imaginando então quem vem refugiado. Uma pessoa que já enfrentou todo tipo de dificuldade, medo e pressão de seu país, ter que ir para um outro lugar para se manter vivo, e fazer essa mudança sem estrutura nenhuma, sem apoio. Por isso decidiu ajudar.

Uma mulher empreendedora e uma ajudadora. Através de negócios e projetos se tornou uma execelente referência para outras mulheres no Brasil e no exterior.

A imigrante palestina Faysa Daoud recebeu o título de cidadã de Mogi das Cruzes, município que adotou há 40 anos. Secretária de Assuntos para Refugiados da FEPAL, ela é presidente da ONG Refúgio Brasil, que ajuda dezenas de famílias de refugiados.

presidente da organização não-governamental Refúgio Brasil. cidade onde atende 58 das 78 famílias de refugiados cadastradas na entidade. Além dessas 165 pessoas que vieram do Egito, África, Haiti, Arábia, Iraque e Síria para Mogi das Cruzes, a entidade também atende outras 20 famílias que vivem em São Paulo. Os imigrantes tem várias nacionalidades, como sírios, egípcios, palestinos, africanos, haitianos, Iémen, Afeganistão, cubanos e Venezuelanos. O atendimento consiste na ajuda para obtenção do refúgio e apoio durante a adaptação com a nova língua e costumes.

A necessidade de criar uma ONG surgiu no ano 2006, quando Mogi das Cruzes começou a receber o primeiro grupo de refugiados do Iraque. Havia pessoas que tinham passado os últimos cincos anos em um campo para refugiados no deserto, entre a Jordânia e o Iraque. “A ONU e a Acnur fizeram essa trabalho mais intenso para trazê-los para o Brasil. Eram pessoas fragilizadas pela guerra, eram perseguidos por questões de religião ou política. Estavam em situação precária, estrutural e emocional também. Quando chegaram, tiveram por dois anos a assistência da Acnur com moradia, por exemplo. Mas depois que essa prazo acabou, começaram a aparecer os problemas, inclusive uma necessidade de carinho e afeto. Então começamos um grupo de apoio com os imigrantes muçulmanos para ajudá-los a aprender a língua, conseguir um emprego. Fizemos parcerias com empresas, mas conforme os anos iam passando, aumentava o número de refugiados, mas não o de recursos. Então fiz a ONG, para formalizar a captação”, 

"Preparando Refugiados"

Procuro ajudar na parte de socorro, integração e consolidação para proporcionar uma vida digna dentro do país.

 

Concentro todas as minhas ações num tripé que considero ser fundamental para a construção de uma vida que vale a pena ser vivida, uma vida plena e feliz:

PROPÓSITO | MISSÃO | VOCAÇÃO

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Familia Arman Daoud

Faysa Daoud

Faysa Daoud

Faysa Daoud

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